quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Quando pensava que eras, apenas foste!
Desesperei por não te ver, gritei por me perder.
Caminhava pela pegada dos teus passos, guiada até ao abismo.
Jurava ver o caminho...pobre de mim, perdida na ilusão.
Da lanterna acesa nessas horas, beijos frios e de alma arrefecida trocamos.
Do furor dos encontro de outros dias, horas desgastadas pelo desvalorizado sentimento fazem-se sentir.
Perdeste ou largaste?
Soltaste o que a ti não querias prender.
Desprezadas as esperanças, nada resta.
Jaz assim, teu toque, teu perfume, a podridão.

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