quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A descoberta

Chegaste e desenterraste o que há tanto tempo se julgava perdido, da esperança espalhada pelo chão, que todos os dias, recusava recolher.
Tuas palavras despertam as almas dos cépticos e tornam os descrentes teus seguidores!
Teus beijos são a fé de quem tem sede de vida e teus abraços, a cama de quem percorreu anos de dor quase infinita.
O teu olhar no meu, dão o brilho às estrelas...e, a tua mão na minha, conquistam léguas de felicidade!
Trouxeste-me de novo a vida com a flor que naquele dia me ofereceste. Do beijo que me deste, renasceu o amor.
Caminhamos juntos sobre o fogo, eu sei.
Se tropeçarmos, levantamo-nos, se nos queimar-mos, cuidaremos dessa dor.
Assim prometemos nunca desistir deste amor.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Quando pensava que eras, apenas foste!
Desesperei por não te ver, gritei por me perder.
Caminhava pela pegada dos teus passos, guiada até ao abismo.
Jurava ver o caminho...pobre de mim, perdida na ilusão.
Da lanterna acesa nessas horas, beijos frios e de alma arrefecida trocamos.
Do furor dos encontro de outros dias, horas desgastadas pelo desvalorizado sentimento fazem-se sentir.
Perdeste ou largaste?
Soltaste o que a ti não querias prender.
Desprezadas as esperanças, nada resta.
Jaz assim, teu toque, teu perfume, a podridão.